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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Papo de mulher

Com alegria e muita animação, retornamos ontem à Rádio Mundial - 95,7FM - a convite da jornalista Samira Chahine, para um bate-papo divertido e informativo no programa Mundial e Você. Foi emocionante reencontrar pelos corredores pessoas amigas como a querida Edna e o locutor Toninho Nascimento. Samira foi portadora de um abraço enviado pela comunicadora Meg Luz, nossa contemporânea dos tempos em que lá apresentávamos, na companhia de Dina Bastos, o programa Explorando Corpo e Mente. De fato, um momento feliz.

Durante 30 minutos, tivemos a oportunidade de apresentar os livros Mulher de Verdade e Dieta da Preguiça, bem como sobre as promoções da OP Livros. Como grandes amigas, a empatia foi imediata, e conversamos alegremente sobre os diversos papeis sociais da mulher, dos primórdios à atualidade, falamos sobre a dieta certa para quem não gosta ou não tem tempo de cozinhar, os "preguiçosos" super-ocupados adeptos da Dieta da Preguiça e também sobre nossa trajetória profissional e acadêmica. Na saída, encontramos o escritor César Romão e juntos relembramos algumas passagens de nossos idos tempos na Revista Planeta. Tudo de bom!

Agradecemos a Samira pela oportunidade e por sua generosa acolhida. Fique de olho na programação da Mundial, pois a partir de janeiro os ouvintes poderão ganhar exemplares do Mulher de Verdade e da Dieta da Preguiça. Boa sorte!


Posted via email from Mulher de Verd@de

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Nany e eu

Pessoas cruzam nossa vida não se sabe por que. Algumas se vão, outras ficam, ainda que fisicamente distantes. É o caso da multiartista Nany People, que conheci atuando como garçom, no tradicional Café Piu Piu, no Bixiga.

Sempre alegre e alto astral, convidou minha amiga Silvia para vê-la estrelar peças infantis e o Auto da Compadecida, sempre como protagonista (neste último foi João Grilo, a consciência meio sem juízo de Chicó) da companhia do Teatro Paiol. Acompanhei minha amiga e aplaudi de pé o ator que não deixava por menos no desempenho de seus papéis.

Numa sexta-feira 13 de agosto, no mesmo Piu Piu, aconteceu o lançamento de meu livro Numerologia Fácil. Aproveitamos para promover um evento a fantasia; Nany compareceu, pela primeira vez, travestida numa espécie de Mortícia Adams e, na porta do estabelecimento, entregava comandas repetindo com voz gravíssima: "o cartããoooo!!!". Depois disso, nas sextas performáticas do bar, candidatou-se a apresentações dublando Madona, no melhor estilo "material girl". Um sucesso!

Dali, foi assumindo cada vez mais a personagem drag queen, fazendo shows aqui e ali, dando vida e voz (e que voz, diga-se de passagem!) a Nany People, que ganhou espaço na televisão como repórter, apresentadora e comediante. O garçom que conheci foi tragado pela força de Nany, incorporando totalmente o personagem, atualmente na fase das stand-up comedies.

Lembro de um dia em que trabalhava a pauta "vida dupla", sobre pessoas que têm profissões díspares e que se saem bem em ambos os papeis. Tinha a advogada tributarista que era cantora da noite, o bancário que clonava Renato Russo com perfeição em banda cover e o garçom que à noite era Nany. Quando entrevistada, suas respostas me surpreenderam pela lucidez e maturidade. Autodefiniu-se assim: "À noite, Nany é a estrela; de dia, sou o empresário dela, saio pra comprar figurino na 25 de março de jeans, tênis e camiseta, como um cara comum."

Outra fala bacana, numa metáfora inteligente: "A vida é uma festa; quando a gente chega, já está rolando, a gente vai embora e ela continua... No começo, a gente não sabe como se comportar: as bandejas vão passando e a gente pega de tudo: uísque, salgadinho, água e brigadeiro. Com o tempo, a gente aprende a fazer escolhas e, se estiver com fome, prefere a coxinha ao brigadeiro..." A opção total por Nany era assim justificada: "Nany People me proporcionou em meses o que não consegui como ator em anos."

No lançamento de meu livro Mulher de Verdade fiz questão de convidá-la e ela fez questão de vir. Rendo-lhe homenagens, pois acho que toda drag que se preza é o superlativo da mulher: maquiadésima, de saltos altíssimos, bacanérrima e originalíssima. Então, viva Nany People!

Quando a vi no reality show A Fazenda, fiquei pensando que diabos uma criatura inteligente e sensível fazia ali, se expondo daquela maneira. Depois, coloquei-me no seu lugar e pensei que não deve ser fácil para uma drag queen de meia idade traçar um futuro confortável - fala sério, acho que não é fácil nem para homem ou mulher de meia idade autônomo neste país! Agora ela está na berlinda e torço para que realize os objetivos que traçou quando se enfiou nessa confusão. Sorte, querida Nany! Estou na maior torcida por você, por seu sucesso e sua felicidade! Esta é minha modesta contribuição para que seu sonho se realize!

Posted via email from regin@ @zevedo: tudo em 1

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

"Ou dá ou veste" com a mineira Maysa



Quietim, quietim, a mineirim foi lá e fez. Atendendo ao nosso convite através do Facebook, Maysa Bachur Mascarenhas Costa escarafunchou seus armários encontrando não apenas uma, mas duas peças abandonadas.

A primeira é a blusinha floral, bufante, com elástico nas mangas e na cintura, que Maysa soube jogar sobre a bermuda branca, com rasteirinha da moda, criando um look praiano (mas em Minas não tem praia, menina!).

Aí, lembrou-se da saia jeans reta e manchada (também tenho uma e a produção de Maysa me inspirou a usá-la novamente), que achava "muito séria", mas que ficou bem alegre com a tal blusinha florida. Sandálias altas de tiras grossas em tom nude tornaram a produção mais "social", por assim dizer.

E já que se apaixonou novamente pela velha saia esquecida, ousou uma produção mais chique com a bata branca tomara-que-caia em tecido leve, faixa larga marcando a cintura e tamanquinhos de salto, absolutamente adequados a este look de dondoca.

Agradecemos à querida Maysa por ter topado o desafio. Ela é a primeira a ganhar um exemplar do livro Mulher de Verdade, da OP Livros, por sua colaboração. E você, o que está esperando pra enviar seu próprio editorial de moda para Regina Azevedo? Estou te esperando...

Fotos: arquivo de Maysa Bachur Mascarenhas Costa

quarta-feira, 3 de março de 2010

OP Livros: comemorando o Dia Internacional da Mulher

Além do desconto especial durante todo o mês de março para o livro Mulher de Verdade na Promoção + por - , sortearemos exemplares para nossos seguidores do Twitter e fãs de nossa página no Facebook.

Como reza a boa prática do marketing, "não existe almoço grátis": os sorteios acontecem se alcançarmos 350 seguidores em @dietadapreguica,  450 em @reginaoplivros e 150 em @oplivros. Na página do Facebook queremos alcançar 100 fãs.

Para cada meta alcançada, será sorteado um exemplar do Mulher de Verdade. Em @dietadapreguica será sorteado também um exemplar do livro homônimo.

Tudo isso visando estreitar nossos laços, fortalecer nossa rede social e estar bem pertinho de nossos leitores para trocar mais informações e melhor atendê-los.

Abraços! Esperamos sua adesão até 8 de março, ok? Cooorrraaaaa!!!!

Posted via email from Regin@ Azevedo: TUDO EM 1

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Conservando folhas na geladeira

Atendendo à solicitação de meu amigo tuiteiro @wpereiratecno (sigam-no, o cara é fera em tecnologia!), vai aqui a minha receita pessoal para a conservação de folhas, especialmente para as que consumimos frescas, em saladas.

Primeiro é preciso separar e selecionar as folhas, depois lavá-las e deixá-las uns minutinhos naquela solução de água com hipoclorito de sódio (dizem que também vale água sanitária ou cloro puro, mas não tenho a proporção, então não me arrisco; vou aproveitar o Pergunte à Doutora e encaminhar a questão às especialistas...). Em seguida, escorra bem e centrifugue, caso tenha o utensílio apropriado. Senão, dê leves batidinhas num pano de parto limpo ou papel toalha, que também ajudam a secar.

Depois, basta forrar o recipiente com papel toalha (costumo fazer um berço com duas folhas, cobrindo o fundo e duas laterais; dou preferência a potes pequenos, separando as folhosas nas porções que serão consumidas), depositar as folhas cuidadosamente, cobrir com guardanapo ou mais um pedaço de papel toalha, tampar e guardar na gaveta destinada a frutas, verduras e legumes. É prático e eficiente, as folhas chegam a durar duas vezes mais.

Tem outra receita eficiente para conservação de alimentos? Deixe abaixo seu comentário.

Você encontra mais dicas legais sobre comportamento, etiqueta, trabalho, filhos, decoração e temas correlatos no livro Mulher de Verdade.

Posted via email from Mulher de Verd@de

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

10 atitudes para 2010: 4 - Consumir menos!

Janeiro. Não há quem resista a uma boa liquidação, certo? Errado. Estou resistindo bravamente.

Após meses envolvida com atividades profissionais, a bagunça foi se instalando devagarinho, quase sem que eu pudesse perceber. Daí decidi relaxar em dezembro e pôr mãos à obra em janeiro, no quesito arrumação.

Como ninguém vence a caminhada sem dar o primeiro passo, comecei por aquilo que mais me afligia: meus armários de roupas. Dobra daqui, pendura de lá, fui percebendo que espaço não me falta, apenas há peças demais.

Tenho certo apego às minhas roupas, que categorizo como clássicas ou divertidas. Como não costumo engordar nem emagrecer muito e cuido pessoalmente delas, duram muito, até mesmo as mais baratinhas. Não encontrei até agora um bom motivo para me desfazer de meu amado guarda-roupa, até porque sempre me pego nas lojas experimentando algo parecido - às vezes igual! - ao que já tenho guardado. Isso é que é estilo!!

Inspirada num site de organização que oferece ótimas dicas, encarei a tarefa de frente. E fui percebendo que tenho blusas demais, vestidos demais, calças e saias demais - isso sem falar dos sapatos e bolsas, perdição de toda mulher. Tomei então a sábia decisão de reciclar tudo - quanta coisa redescobri que nem lembrava existir e que servirá para dar um "up no look", matar as saudades de tempos idos e evitar que as peças se deteriorem. Sim, porque elásticos e seus derivados (como fibras ditas inteligentes: elastano, poliéster e congêneres) estragam mesmo sem uso. Usar, lavar e secar são atitudes que ajudam a preservar as roupas, além de mantê-las longe do bolor e das indesejáveis traças.

Comecei um inventário, a partir dos vestidos. São 75, sem contar os longos de festa, o que significa que eu poderia usá-los por dois meses e meio sem um repetição sequer. É certo que alguns modelos mais curtinhos só se prestam a férias na praia e outros, mais chiquetosos, são mais adequados às aulase reuniões formais. Mas, por que me desfazer deles se estão em perfeito estado de conservação?

A partir desta constatação, percorri o túnel do tempo na direção de tempos idos, retomando minha persona de produtora de moda. Comprometi-me comigo mesma a usá-los um a um, de modo a perceber o que realmente ainda me cai bem e o que poderá ser doado, num criativo exercício de combinações . Comprar? Nem pensar.

Acredito que este seja o primeiro importante passo para minha retomada á práxis da Simplicidade Voluntária. E vamos em frente, à maneira dos programas para dependentes: só por hoje não comprarei nenhum vestido novo. O inventário continua; em breve mais revelações...

Mais histórias do universo feminino você encontra no livro Mulher de Verdade.

Posted via email from Mulher de Verdade

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