segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Sexta-feira 13 de agosto: visita à Bienal

Das páginas dos romances aos corredores da 21ª Bienal Internacional do Livro acorreram os mais variados personagens nesta sexta-feira 13 de agosto, dia escolhido pelos organizadores para oferecer entrada grátis a quem comparecesse ao evento caracterizado.

Dos clássicos - tanto infantis como para o público adulto - aos mais atuais - como a famosa saga de Harry Potter - encontrava-se de tudo nos estandes espalhados pelo Palácio de Exposições do Anhembi.

Muito gentis e desinibidos, os personagens encarnados não se furtavam a uma foto, posando com graça e simpatia. Meus agradecimentos a todos que gentilmente marcaram presença nesta reportagem.

Posted via email from Comunic@ção

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Agito na Vila Mariana: Casa com Jazz



A Casa de Tarsila, na Vila Mariana, é um daqueles lugares múltiplos. Como diriam em Quixeramobim, tem "de um tudo": moda, arte, gastronomia. Tudo bonito e original, além do papo legal com Vanessa, anfitriã perfeita, sempre a postos para servir um chá com bolo, deliciosas iguarias, àqueles que a visitam diariamente.

No último sábado de cada mês, a vizinhança é brindada com o evento Casa com Jazz. Não resisti e, atraída pelo som, desci, câmera em punho, para curtir o som da Banda, ainda sem nome, composta por Ricardo na batera, Grilo no baixo, Rodrigo Rabello, guitarra e vocal, Carlos Magic Bus na guitarra solo, Flávio Vieira no acompanhamento, Leoni na gaita e a bela Dai, no backing vocal. Quem quiser, pode dar uma canja; programa legal e gratuito.

Se ainda não conhece, pode chegar, a Casa funciona de segunda a sexta das 10 às 20h e aos sábados, das 10 às 18h.

Serviço: Casa de Tarsila: Rua Marselhesa, 101, casa 2. Fone: 2769-4674, www.casadetarsila.com.br

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Facebook: vale a linguagem falada ou a escrita?


Dúvida apresentada por meu amigo "virtual" Jacintho Cardoso, de Recife:
"Regina, li ontem em um jornal, que estamos aqui, no Facebook, exagerando nos pontos de exclamação. Palavras às vezes com cinco, seis exclamações, etc.

Não foi uma opinião do jornal, mas de um jornalista. Será que estamos?

Gosto do FB, até porque voltei a escrever, fazia tempo que não escrevia publicamente. Dava pareceres, já fui auditor, coisa quase padronizada. Pretendo estudar a nova ortografia da língua portuguesa. Acho importante valorizar nossa língua. Que acha disso tudo? Para mim uma opinião valiosa! Bjs!"

O questionamento me honrou e me levou a refletir sobre o tema. Pedi licença ao amigo para aproveitar nossa conversa virtual e tranformá-la num post. Eis a minha resposta:

"Oi, Jacintho! A meu ver, aqui no Facebook, a linguagem é mais coloquial e emocional. Cabem as exclamações (há várias interjeições quando falamos, não é mesmo?), as reticências, as onomatopeias (que, acredito, já não têm acento... rs...) e outras "barbaridades" que não cabem nos textos formais e, às vezes, nem mesmo na literatura. Isto aqui é um bate-papo, especialmente nas conversas mural-a-mural - linguagem falada. Já nas notas, podemos caprichar mais, pois são mais longas, nos oferecem mais tempo para refletir, como na elaboração de um texto comum - linguagem escrita. O que for mais sério e bem pensado, pode ser postado num blog e compartilhado resumidamente através de um link. Bjks!"

Assim funcionam as redes sociais, aproximando as pessoas e alimentando discussões instigantes e produtivas. Cabe lembrar que a mesma delicadeza e cordialidade empregadas no mundo real devem ser estendidas para o mundo virtual, ok?

Então, salvo os costumeiros erros de digitação, desde que não escrevamos "exemplo" com "z", "precaução" com dois "s" e outras adaptações que não considero justificáveis, no correr das páginas facebookianas creio que vale o falado. Estou certa ou estou errada?

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

100 anos de Adoniran Barbosa

Se estivesse vivo, Adoniran Barbosa completaria hoje 100 anos. Marco da cultura popular, João Rubinato, nascido no interior de São Paulo, na cidade de Valinhos, é a cara do samba paulistano. Seus versos simples, que pintavam crônicas do cotidiano romântico desta cidade, em especial do núcleo habitado pela colônia italiana como o Bixiga, o Brás, a Casa Verde, são sua marca registrada.

A voz rouca, a caixa de fósforos, o chapéu e o cachecol desenharam a figura quase caricatural deste mestre da MPB. A fotomontagem acima é minha tradução de Iracema, uma de suas composições de que mais gosto. E o vídeo, em que aparece na companhia da maravilhosa Elis Regina, uma pérola musical para se ver e rever sempre que houver necessidade de um momento de poesia, bom humor e delicadeza.

Posted via email from Comunic@ção

terça-feira, 3 de agosto de 2010

OP Livros promove concurso fotográfico para o Dia dos Pais


A editora OP Livros promove, em homenagem ao Dia dos Pais, o Concurso Fotográfico "Pai: mestre, herói, amigo".

Para participar, basta enviar ao e-mail oplivros@gmail.com uma foto autoral relativa ao tema, de preferência no formato 640x480 pixels. Na linha "assunto" do e-mail deve constar "Concurso Dia dos Pais", para facilitar a identificação do material enviado e sua publicação. Cada autor pode concorrer com apenas uma única foto.

As fotos serão colocadas diariamente no blog OP Revista e no dia 13/8, às vésperas do Dia dos Pais, um júri composto pelos fotógrafos Arthur Calazans, Dorival Elze, João Bittar, Mauro Rubens e Regina Azevedo anunciará as três vencedoras.

Os autores das 3 melhores fotos receberão, respectivamente:
1º colocado/a: 2 livros publicados pela editora OP Livros, de sua livre escolha;
2º colocado/a: 1 livro publicado pela editora OP Livros, de sua livre escolha;
3º colocado/a: 1 livro publicado pela editora OP Livros, de sua livre escolha.

Divulgue, todas as faixas etárias são bem-vindas. Ao participar do concurso, o autor da foto se responsabiliza integralmente pela propriedade intelectual do material enviado, bem como autoriza a publicação da mesma nos blogues de divulgação do Concurso e a divulgação das mesmas nas redes sociais Facebook, Orkut e Twitter.

Envie já a sua foto. Concorra e colabore com esta homenagem de OP Livros ao primeiro homem importante de nossas vidas.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Pombinha Branca: clássico infantil surpreende no Anima Mundi


Quem não viu pode vasculhar a Internet para assistir a algumas das melhores animações da edição 2010 do Anima Mundi, que terminou ontem. Tive a oportunidade de assistir à sessão especial do premiado animador canadense Cordell Barker, criador do clássico "The cat came back" e também à dos vencedores da edição 2010. Show de criatividade e de sensibilidade.

Na plateia do Memorial da América Latina, Fernando Augusto Dias da Silva (foto) vibrou muito ao saber que seu curta Pombinha Branca havia colecionado vários prêmios pelo júri popular também em São Paulo - 3º lugar na categoria Melhor Curta-Metragem Infantil, 2º lugar na categoria Melhor Curta-Metragem Brasileiro, além do Prêmio Núcleo de Animação de Campinas (Melhor filme de Estudante Brasileiro). No Rio, Pombinha já havia faturado o 3º lugar entre os Curtas Infantis e 2º na categoria Melhor Curta Brasileiro.

O Festival alcançou sua 18ª edição com recorde de público e de inscrições: foram cerca de 70 mil espectadores e mais de 450 filmes inscritos. Que venha ainda mais forte em 2011, abrindo espaço para o talento brasileiro e os avanços dessa arte.

Assista ao belo Pombinha Branca e veja que os prêmios de Fernando foram mais que merecidos:


Pombinha Branca from Fernando Silva on Vimeo.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Jornalismo para todos?


Excelente tribuna, o Facebook, que permite discussões com gente inteligente de todos os cantos do mundo sobre os mais variados temas. Hoje, meti-me numa, sobre o ocaso da profissão de jornalista. Como em toda discussão que se preze, há os contra - e, ops, unanimidade, ninguém a favor. Mas, como os pré-requisitos para o exercício da profissão deixaram de exitir por decreto, penso que não adianta chorar sobre o leite derramado; é preciso arregaçar as mangas e buscar fazer o melhor possível utilizando as novas mídias.

Apesar de ser jornalista "juramentada", com registro na Carteira Profissional e tudo a que tenho direito, percebo que o slogan "nada supera o talento" (criado por e para a publicidade, é verdade) deve ser assumido pelo jornalismo. É bom que ocupemos estes espaços antes que desavisados o façam. Penso que nada supera o conteúdo. Se for bom, de interesse, alinhado com os anseios das pessoas de se verem ali representadas, terá audiência. Provavelmente, atrairá patrocínio. Aí, para viver de jornalismo, é seguir o exemplo do Marcelo Tas, que não tem vergonha de ser patrocinado.

Uma colega se queixa da possibilidade de jamais recuperar o investimento feito na carreira - faculdade, cursos e outros que tais. Outra, de ficar desempregada por não ser "nativa" das novas mídias e tecnologias. Acredito que sempre haverá lugar nas empresas jornalísticas para bons profissionais. Que terão, sim, de estar antenados e dominar as novas tecnologias. Não acontece só com a gente não. Contabilistas, engenheiros, médicos - a cada dia aparece uma traquitana diferente que eles têm de dominar, seja uma maneira de mandar informações para a Receita Federal, um novo software que substitui centenas de cálculos e cria os projetos em 3D ou sofisticadas engenhocas a laser para diagnosticar e curar. É o curso da carreira; sem volta.

Outro colega pergunta se quem "não tem vergonha de ser patrocinado" pode ser considerado "sem vergonha". Diz-se vexado pelos rumos do jornalismo atual e cita John Lennon: "It's all show bizz". Concordo: Lennon estava certo. Não vamos voltar à velha discussão da sociedade capitalista, mas jornalismo, há tempos, virou business. Dos grandes. Dominado internacionalmente pela política, pela igreja - bons tempos em que Silvio Santos, o homem do Baú, tinha pretensões de tornar-se dono de rede de TV. Pelo menos sabíamos o que ele vendia: "carnês de felicidade".

Atualmente as intituições (ou os instituídos, tanto faz), querem vender "felicidade-pão-e-circo" e ainda nos ameaçar com uma seleção de tragédias para nos torturar com insegurança em vários níveis diariamente. Não são claros, não dizem a que vêm. Dão com uma mão, nos tiram com outras dez. Se pudermos ocupar o mínimo espaço que seja, em qualquer tipo de mídia, para mostrar isso, alertar os menos preparados a identificar este tipo de manipulação, já terá valido a pena.

Tenho orgulho do Tas, não o acho sem vergonha. Sou da geração dele e vejo que foi um dos poucos que sempre manteve a linha da decência e da coerência. Trabalhou na TV Cultura, fez algo na direção da educação. Quanto ao fato dele não ter vergonha de ser patrocinado, o dinheiro, a meu ver, tem de vir de algum lugar. Então, se ele consegue ser pago para falar mal das instituições (é meio morder a mão que o alimenta - mas tem gente que gosta de sofrer, hehe...) está de parabéns.

Quisera eu ser bem paga para falar o que me vem pela cabeça - e, de quebra, construir uma crítica ferina fazendo o povo rir e refletir. Por enquanto, patrocínio, só de Deus, que me dá saúde, o do meu anjo da guarda, que me oferece alguma lucidez. Então, amigos, é correr atrás para não sermos peremptoriamente atropelados. Na minha idade, devagar e sempre vale mais que vitória na Fórmula 1.

Bem-vindos!

Bem-vindos ao nosso blog!
Um espaço para a divulgação de nossas idéias, sentimentos, informações e impressões.
Deixe seus comentários e sugestões, sua opinião faz diferença:
reginama@uol.com.br
Abracinho de 1 minuto!!!