segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Metafesta na Bienal

E na grande festa do livro que é a Bienal, flagramos a comemoração do aniversário da bela Vicke Baldini, completando 17 aninhos. O "bolo surpresa", na verdade, era uma pilha de deliciosos brigadeiros, dos quais compartilhei um. Tudo perfeito, com direito ao clássico "parabéns pra você", velinhas cor-de-rosa, amigos, fotos para a posteridade, o brilho e a alegria da juventude.

Sem dúvida uma festa diferente, que ficará para sempre na memória de Vicke. A Bienal é assim, um espaço para a realização de sonhos de todas natureza, acolhendo as mais variadas faixas etárias.

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Autores compartilham seus talentos na Bienal

No estande da ABE, Associação Brasileira de Escritores (ruas N e O - Estandes das Entidades), encontramos a escritora Eliana Martins e o ilustrador Sérgio Merli, criadores do livro Brinquedos Ensebados do Baú Estropiado, uma história bacana que incentiva a garotada a criar seus próprios instrumentos de diversão através dos mais variados e acessíveis materiais.

Gustavo e Henrique experimentam o jogo da velha feito com recortes de uma caixa de ovos de papelão. Pelo sorriso de satisfação, a brincadeira parece ter valido a pena.

No Espaço da Lusofonia, fomos recebidos pela simpatia de Silvia Burim, uma das autoras do livro Bem-vindo! Incentivando o ensino e difusão da língua portuguesa, o espaço está aberto para palestras e discussões. A programação pode ser conferida no site Fale Português.

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Bienal: um bom lugar para encontrar os amigos

Pelos corredores vamos encontrando profissionais que fazem parte de nossa história. O clima é de festa para autores, editores e livreiros. Aqui, na companhia dos amigos da Distribuidora Catavento, Júlio Cruz e Nathanael.

No estande das editoras Cultrix-Pensamento, parceiras da OP Livraria, o sorriso sempre gentil de Marilene e Carlos.

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Bienal: organização nota 10

Bem, amigos, conforme havia recomendado via Twitter e Facebook, resolvi ir à Bienal de metrô, aproveitando a carona dos ônibus disponíveis no terminal Tietê-Portuguesa. Da Vila Mariana à referida estação, levei 30 minutos. Descendo pelo caminho indicado pelos seguranças do metrô, havia uma fila imensa, que se desfez quase instantaneamente, pois três confortáveis ônibus aguardavam os visitantes. De lá até a porta do Anhembi, foram exatos 4 minutos.

Na entrada da Bienal, uma equipe super atenciosa ofereceu as informações solicitadas com delicadeza e precisão. Meu credenciamento como Profissional do ramo editorial foi facilitado pela recepcionista, que apenas grampeou meu cartão de visita no formulário, preenchendo exclusivamente as informações necessárias, evitando retrabalho. Dali à emissão do crachá, passaram-se menos de 3 minutos.
A sinalização é bastante eficiente e sempre que precisei de informação fui muitíssimo bem atendida pelos profissionais do evento. Lembrando tratar-se do primeiro dia da exposição aberta ao público em geral.

Continuo não gostando dos preços. Ingresso a R$10,00 + R$ 25,00 de estacionamento. Um lanchinho básico composto de 1 pão de queijo + 1 café + 1 chá + 1 brigadeiro custou R$ 14,00. Seu tivesse pago pelo ingresso e estacionamento, a conta estaria na casa dos R$ 49,00, o que daria para comprar alguns bons livros.

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Sexta-feira 13 de agosto: visita à Bienal

Das páginas dos romances aos corredores da 21ª Bienal Internacional do Livro acorreram os mais variados personagens nesta sexta-feira 13 de agosto, dia escolhido pelos organizadores para oferecer entrada grátis a quem comparecesse ao evento caracterizado.

Dos clássicos - tanto infantis como para o público adulto - aos mais atuais - como a famosa saga de Harry Potter - encontrava-se de tudo nos estandes espalhados pelo Palácio de Exposições do Anhembi.

Muito gentis e desinibidos, os personagens encarnados não se furtavam a uma foto, posando com graça e simpatia. Meus agradecimentos a todos que gentilmente marcaram presença nesta reportagem.

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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Agito na Vila Mariana: Casa com Jazz



A Casa de Tarsila, na Vila Mariana, é um daqueles lugares múltiplos. Como diriam em Quixeramobim, tem "de um tudo": moda, arte, gastronomia. Tudo bonito e original, além do papo legal com Vanessa, anfitriã perfeita, sempre a postos para servir um chá com bolo, deliciosas iguarias, àqueles que a visitam diariamente.

No último sábado de cada mês, a vizinhança é brindada com o evento Casa com Jazz. Não resisti e, atraída pelo som, desci, câmera em punho, para curtir o som da Banda, ainda sem nome, composta por Ricardo na batera, Grilo no baixo, Rodrigo Rabello, guitarra e vocal, Carlos Magic Bus na guitarra solo, Flávio Vieira no acompanhamento, Leoni na gaita e a bela Dai, no backing vocal. Quem quiser, pode dar uma canja; programa legal e gratuito.

Se ainda não conhece, pode chegar, a Casa funciona de segunda a sexta das 10 às 20h e aos sábados, das 10 às 18h.

Serviço: Casa de Tarsila: Rua Marselhesa, 101, casa 2. Fone: 2769-4674, www.casadetarsila.com.br

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Facebook: vale a linguagem falada ou a escrita?


Dúvida apresentada por meu amigo "virtual" Jacintho Cardoso, de Recife:
"Regina, li ontem em um jornal, que estamos aqui, no Facebook, exagerando nos pontos de exclamação. Palavras às vezes com cinco, seis exclamações, etc.

Não foi uma opinião do jornal, mas de um jornalista. Será que estamos?

Gosto do FB, até porque voltei a escrever, fazia tempo que não escrevia publicamente. Dava pareceres, já fui auditor, coisa quase padronizada. Pretendo estudar a nova ortografia da língua portuguesa. Acho importante valorizar nossa língua. Que acha disso tudo? Para mim uma opinião valiosa! Bjs!"

O questionamento me honrou e me levou a refletir sobre o tema. Pedi licença ao amigo para aproveitar nossa conversa virtual e tranformá-la num post. Eis a minha resposta:

"Oi, Jacintho! A meu ver, aqui no Facebook, a linguagem é mais coloquial e emocional. Cabem as exclamações (há várias interjeições quando falamos, não é mesmo?), as reticências, as onomatopeias (que, acredito, já não têm acento... rs...) e outras "barbaridades" que não cabem nos textos formais e, às vezes, nem mesmo na literatura. Isto aqui é um bate-papo, especialmente nas conversas mural-a-mural - linguagem falada. Já nas notas, podemos caprichar mais, pois são mais longas, nos oferecem mais tempo para refletir, como na elaboração de um texto comum - linguagem escrita. O que for mais sério e bem pensado, pode ser postado num blog e compartilhado resumidamente através de um link. Bjks!"

Assim funcionam as redes sociais, aproximando as pessoas e alimentando discussões instigantes e produtivas. Cabe lembrar que a mesma delicadeza e cordialidade empregadas no mundo real devem ser estendidas para o mundo virtual, ok?

Então, salvo os costumeiros erros de digitação, desde que não escrevamos "exemplo" com "z", "precaução" com dois "s" e outras adaptações que não considero justificáveis, no correr das páginas facebookianas creio que vale o falado. Estou certa ou estou errada?

Bem-vindos!

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